<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045</id><updated>2011-04-21T17:17:00.843-03:00</updated><title type='text'>Ritmada por Anáforas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-7868619370070752791</id><published>2008-09-09T21:26:00.005-03:00</published><updated>2008-09-09T21:37:01.641-03:00</updated><title type='text'>Da dor da ternura em demasia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_8VLS2dQYYWk/SMcUx5nsL2I/AAAAAAAAABg/nG7Pl57QXRk/s1600-h/b_nariz.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_8VLS2dQYYWk/SMcUx5nsL2I/AAAAAAAAABg/nG7Pl57QXRk/s320/b_nariz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244183138609672034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;                      Todo começo é meio tímido, talvez porque desconheçamos onde foram impostas as divisas, ou talvez seja porque acreditamos mesmo que elas existam.&lt;br /&gt;                      Com o tempo, se ganha espaço e também o damos. Trocamos esse limite sem palavras, sem contratos, sem perceber. É aí onde reside o prazer da troca. Deixamos de amar inteligentemente e permitimos que as emoções iludam nossos sentimentos. Conhecemos a dor de sentir ternura demais, ferimos nossa própria compreensão do amor.&lt;br /&gt;               Chorar acontece.&lt;br /&gt;                      Às vezes é preciso varrer a folhagem (dar lugar às folhas que ainda estão na árvore e precisam cair).&lt;br /&gt;                      As trocas são assim. Impõem perdas e ganhos. Mas mesmo que às vezes percamos, o valioso é sentir que o que ganhamos levaremos pro resto da vida.&lt;br /&gt;                      Nunca esqueceriamos quando nos sentimos envoltos pela lua.&lt;br /&gt;                      Tampouco aquela lágrima preste a cair de tanto desejo.&lt;br /&gt;                      São imagens valiosas que visitamos sempre que encontramos o ausente.&lt;br /&gt;                      Porém quando precisamos visitar-las é quando menos gostariamos desse ausente encontrar.&lt;br /&gt;              É que também precisamos daquela timidez do começo. Do prazer das primeiras trocas. Da dor da ternura em demasia.&lt;br /&gt;                     Amar (re)acontece(?)( !)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-7868619370070752791?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/7868619370070752791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=7868619370070752791&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/7868619370070752791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/7868619370070752791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2008/09/da-dor-da-ternura-em-demasia_09.html' title='Da dor da ternura em demasia'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8VLS2dQYYWk/SMcUx5nsL2I/AAAAAAAAABg/nG7Pl57QXRk/s72-c/b_nariz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-2453082445436143507</id><published>2008-01-22T18:06:00.000-03:00</published><updated>2008-01-22T18:10:07.221-03:00</updated><title type='text'>Só porque às vezes é preciso mudar.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/R5ZbpD87r3I/AAAAAAAAABA/l4IkOhRUctY/s1600-h/spa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158411184193122162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/R5ZbpD87r3I/AAAAAAAAABA/l4IkOhRUctY/s320/spa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Todas as noites ela tem o mesmo ritual: alcança uma caneta, arranca uma folha de um caderno velho e tenta despejar-lhe palavras: a hora imaculada. Lembra-se de tudo perfeitamente quando se deita sobre a almofada quente.&lt;br /&gt;Com os olhos cerrados que um dia iluminaram sonhos nunca antes vividos nem imaginados, a boca semi-aberta profere monossílabos em um ritmo acelerado.&lt;br /&gt;E ela lembra que algumas vezes já se sentiu viva para logo depois se deixar morrer aos poucos, que já buscou palavras para explicar o inexplicável e já se permitiu não explicar o que merecia explicação.&lt;br /&gt;Lembra-se também que já reergueu emoções no mesmo instante em que fizeram ruir o castelo dos seus sonhos.&lt;br /&gt;Que já foi criança, cresceu e ainda é criança, mas também já foi adulta mesmo na infância em cada decisão que tomou.&lt;br /&gt;Todas as recordações são nítidas, como quando observa um Rembrandt (um dos seus preferidos), e extasia-se com a presteza com que percebe a riqueza de detalhes. Era como se ela estivesse com o pincel sobre a tela ainda molhada, e ela mesma fosse a tela. E aí é só lembrar-se do cheiro que a acompanhava ao dormir, da sua respiração ofegante quando sonhava, ou do que acordava murmurando no meio da noite pra lembrar-se do seu rosto que tenta desenhar agora, tantos anos depois de se deixar.&lt;br /&gt;Depois de se deixar porque ela é outra agora, outra que percebeu que os contrastes construíram a sua vida enquanto ela achava que quem a estava construindo era ela; outra que percebeu que foi nesse sentir na pele a diferença entre viver e sobreviver que hoje pode afirmar que não mais apenas respira, e sim que se permitiu viver.&lt;br /&gt;Só porque às vezes é preciso mudar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-2453082445436143507?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/2453082445436143507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=2453082445436143507&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/2453082445436143507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/2453082445436143507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2008/01/s-porque-s-vezes-preciso-mudar.html' title='Só porque às vezes é preciso mudar.'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/R5ZbpD87r3I/AAAAAAAAABA/l4IkOhRUctY/s72-c/spa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-5752175195183901783</id><published>2008-01-22T16:13:00.000-03:00</published><updated>2008-01-22T16:17:15.123-03:00</updated><title type='text'>Coisas que eu sei</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/R5ZBLT87r2I/AAAAAAAAAA4/QT4taTIS7Mk/s1600-h/pblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158382085789691746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/R5ZBLT87r2I/AAAAAAAAAA4/QT4taTIS7Mk/s320/pblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu quero ficar perto&lt;br /&gt;De tudo o que acho certo&lt;br /&gt;Até o dia em que eu mudar de opinião&lt;br /&gt;A minha experiência&lt;br /&gt;Meu pacto com a ciência&lt;br /&gt;Meu conhecimento é minha distração&lt;br /&gt;Coisas que eu sei&lt;br /&gt;Eu adivinho sem ninguém ter me contado&lt;br /&gt;Coisas que eu sei&lt;br /&gt;O meu rádio relógio mostra o tempo errado&lt;br /&gt;Aperte o play&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu gosto do meu quarto&lt;br /&gt;Do meu desarrumado&lt;br /&gt;Ninguém sabe mexer na minha confusão&lt;br /&gt;É o meu ponto de vista&lt;br /&gt;Não aceito turistas&lt;br /&gt;Meu mundo ta fechado pra visitação&lt;br /&gt;Coisas que eu sei&lt;br /&gt;O medo mora perto das idéias loucas&lt;br /&gt;Coisas que eu sei&lt;br /&gt;Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa&lt;br /&gt;É minha Lei&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu corto os meus dobrados&lt;br /&gt;Acerto os meus pecados&lt;br /&gt;Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei&lt;br /&gt;Eu vejo o filme em pausas&lt;br /&gt;Eu imagino casas&lt;br /&gt;Depois eu já nem lembro do que eu desenhei&lt;br /&gt;Coisas que eu sei&lt;br /&gt;Não guardo mais agendas no meu celular&lt;br /&gt;Coisas que eu sei&lt;br /&gt;Eu compro aparelhos que eu não sei usar&lt;br /&gt;Eu já comprei&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Às vezes dá preguiça&lt;br /&gt;Na areia movediça&lt;br /&gt;Quanto mais eu mexo mais afundo em mim&lt;br /&gt;Eu moro num cenário&lt;br /&gt;Do lado imaginário&lt;br /&gt;Eu entro e saio sempre quando eu tô afim&lt;br /&gt;Coisas que eu sei&lt;br /&gt;As noites ficam claras no raiar do dia&lt;br /&gt;Coisas que eu sei&lt;br /&gt;São coisas que antes eu somente não sabia... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Agora eu sei...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-5752175195183901783?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/5752175195183901783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=5752175195183901783&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/5752175195183901783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/5752175195183901783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2008/01/coisas-que-eu-sei.html' title='Coisas que eu sei'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/R5ZBLT87r2I/AAAAAAAAAA4/QT4taTIS7Mk/s72-c/pblog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-6144067116769209639</id><published>2007-05-24T21:47:00.000-03:00</published><updated>2007-05-28T13:03:22.270-03:00</updated><title type='text'>Confissão</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/RlY1UqmVF6I/AAAAAAAAAAw/Piw3JWdRvIU/s1600-h/Abraco2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068297059800782754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/RlY1UqmVF6I/AAAAAAAAAAw/Piw3JWdRvIU/s320/Abraco2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há poucos dias, exatamente quatro, algo novo a invadiu.&lt;br /&gt;E foi assim, perdida nos vértices desse algo maior, desse desconhecido, que encontrando a falta de arestas, assustou-se.&lt;br /&gt;Esconder-se, com sempre fizera, foi o escapismo que usou.&lt;br /&gt;E uma lágrima viu rolar, meio tímida, assim de canto, daqueles olhos azuis que a encantava.&lt;br /&gt;Silêncios, palavras, translado para casa...&lt;br /&gt;Foi somente assim que descobrira que não queria mais mentir, fugir, usar seus gastos escudos, viver de seus receios,de sua inconstância.&lt;br /&gt;Foi somente assim que descobrira que sem ele, voltaria ao seu mundo do qual há alguns dias havia tirado férias e que mesmo com a consciência de seu egoísmo pela existência de seus dias incertos queria alguém, e agora encontrara.&lt;br /&gt;Encontrara aquele que em algumas vezes a fez sentir seu corpo transporta-se para o papel. Que a fez alimentar-se de suas palavras quando escrevia.&lt;br /&gt;Encontrou alguém que espera sua TPM passar vendo filme, mesmo tendo trabalhos pendentes para terminar;&lt;br /&gt;Alguém que segura suas crises e discorda totalmente de suas palavras quando ela insiste que é a pior das criaturas;&lt;br /&gt;Alguém que se predispõe a suas vontades, que adora música, ler e amar sem pressa....&lt;br /&gt;Alguém que entendeu que suas amizades são importantes;&lt;br /&gt;Alguém que faz cara de bravo, mas que brinca como criança.&lt;br /&gt;Precisava muito desse alguém.&lt;br /&gt;Desse alguém que a segura, sem nenhuma pretensão de largar. Desse alguém que a respeita, que fala o que pensa, que a presenteia com uma flor "gigante" sem precisar de dia ou hora especial. Que a manda mensagem afirmando em cada palavra ali escrita que está com saudades, em uma quinta-feira, numa tarde ociosa, após tê-la visto pela ultima vez em menos de 95 minutos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alguém que repara quando ela intenta esconder suas mudanças de humor, mas que não sabe diferenciar o laranja do vermelho e muito menos o verde do marrom e/ou do cinza. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alguém que embora morrendo de ciúmes a deixa respirar;&lt;br /&gt;Alguém que a faz sentir uma vontade inexplicável de estar junto, assim, sem motivo, só para estar, aproveitando o horário de almoço, fazendo-a atrasar-se “sempre” para o trabalho. Alguém que a faz sentir-se completa em quase todas as ocasiões, principalmente nas mais singelas como quando acorda, noite alta, assustada feito criança com um simples pesadelo, e encontra consolo em seus abraços.&lt;br /&gt;Enfim...&lt;br /&gt;Alguém que a faz irremediavelmente feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um bocadinho a mais, mais um dia, menos uma hora, se é que faz diferença. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;“ Para ela, confessa, é nesse sumir do tempo quando estão juntos que ficarão os rastros (mesmo que seja do piso molhado) do que sente, apagando totalmente a angustia sentida em seu antigo percurso de espera!” *24/05/07&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-6144067116769209639?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/6144067116769209639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=6144067116769209639&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/6144067116769209639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/6144067116769209639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2007/05/confisso.html' title='Confissão'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/RlY1UqmVF6I/AAAAAAAAAAw/Piw3JWdRvIU/s72-c/Abraco2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-3401102933265970814</id><published>2007-03-20T15:19:00.000-03:00</published><updated>2007-03-21T14:32:30.147-03:00</updated><title type='text'>Aos Leitores</title><content type='html'>De ilha à Peninsula é um manuscrito que ha muito tentara concluir...&lt;br /&gt;A falta de tempo e/ou inspiração contribuíram para que este intento não fosse alçado. Inobstante, meus ultimos meses passei em lugares geradores de cenarios e personagens que deram tangibilidade as minhas idéias....&lt;br /&gt;Então, propuz a este meu espaço (blog) ser ele espaço teste ao manuscrito.&lt;br /&gt;Se me acostumar com isso (minhas palavras expostas) e continuar com os insumos... quem sabe não publique mais de meus "capítulos" esquecidos na gaveta!?!?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeço ser aturada por todos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pâmm Van Eyck&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Em breve, continuação das postagens!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-3401102933265970814?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/3401102933265970814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=3401102933265970814&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/3401102933265970814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/3401102933265970814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2007/03/aos-leitores.html' title='Aos Leitores'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-3888545637099132812</id><published>2007-03-20T14:42:00.000-03:00</published><updated>2007-03-20T15:14:52.234-03:00</updated><title type='text'>De ilha à Península (PARTE II)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/RgAkYjwX9gI/AAAAAAAAAAk/OrJ2hQqXoyM/s1600-h/zasass.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044071586988553730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 278px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" height="175" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/RgAkYjwX9gI/AAAAAAAAAAk/OrJ2hQqXoyM/s320/zasass.bmp" width="278" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Muitas vezes esteve ali sentada, ao lado da janela do seu quarto refletindo se tornaria ou não concreta sua necessidade de a ele escrever.&lt;br /&gt;Hoje, há alguns minutos, este mesmo sentimento de duvida circundou sua mente. Por instantes conseguiu repeli-lo, como de costume, porém a alternativa de redigir sem enviar foi o insumo que estava buscando para tornar tangível o que há muito intentava.&lt;br /&gt;Então, por fim, encontrava-se ali, na penumbra, sentindo a brisa que adentrava pela janela, ouvindo o barulho dos carros que passam na avenida, fazendo dos seus dedos e das suas palavras, meros mensageiros de suas vontades infundadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus primeiros dias sem ele foram horríveis, sentia-se confusa, tomada por sensações paradoxais ao que estava acontecendo. Mesclava-se em seu ser uma paz tão insana e profunda que chegava a tentar persuadir-se a se desesperar só por não conseguir entender o quão inerte havia ficado -- A coisa que ela mais quis na vida estava agora tão distante, tão impossível, tão irrevogável, e ela ali, sem sentir nenhuma daquelas presunções e/ou sentimento de revolta que nascem em nós quando derramamos lágrimas. Estava ela ali, com aquela certeza imensurável dos cinéfilos de que o fim do filme seria feliz. De que aquele retorno iria simplesmente acontecer.&lt;br /&gt;Chegou a imaginar datas, a senti-lo por perto, a sonhar com ele, a tocar todas as manhas quando acordava aqueles óculos que outrora ele esquecera em seu quarto. Tocava as lentes como se estivesse tocando suas pálpebras, passava os dedos nas hastes como se estivesse passando por entre seus cabelos, depositava naquele esquecido acessório a certeza de que um dia o entregaria ao seu dono quando ele retornasse ao lugar onde o esquecera para buscá-lo de volta junto com todas as outras coisas que aquele lugar reservava.&lt;br /&gt;Mas os dias foram passando, e quando encostava a face nas grades da janela para sentir o cheiro da noite como ela sempre fazia e o mostrou na ultima vez que ele veio ali, nesses momentos, sua mente começava a recepcionar conceitos novos, conceitos que ela não gostaria de ter. Estava ele feliz, havia conseguido o que sempre almejara, estava vivendo tudo, tudo o que supunha que iria pôr sua vida novamente nos trilhos, tudo o que naqueles seus dias de dor sentado na prancha no meio do mar pedia com todas as forças a Deus.&lt;br /&gt;Impressionava-a. Ela agora não sabia mais o que sentir...&lt;br /&gt;Porque sua felicidade tinha que ser baseada na inexistência da dele? Ou porque a dele tinha que ser provável pelo fato de a sua não o ser?&lt;br /&gt;“Ainda te quero tanto sabia? Dessas formas tão perfeitas que me recuso a acreditar que tudo parou ali, naquela hora morta em que me telefonou pra comunicar que estava indo embora. Naquela hora que ficou gravada de tal forma em mim que recordo de todos os detalhes como se a tivesse vivido há poucos instantes.”&lt;br /&gt;Essas palavras ela repetia ao acaso todos os dias.&lt;br /&gt;Sabia que ele deveria achá-la louca e/ou tentando buscando respostas, explicações quando lê-se aquilo.&lt;br /&gt;Não!&lt;br /&gt;Somente o escrevera, porque pra ela aquela era a noite das lagrimas consentidas...&lt;br /&gt;A noite em que cerrara os olhos e consumira seus gestos, os guardando simplesmente na memória que não deixava que o tempo dela apagasse!&lt;br /&gt;Aquela era a hora em que se aconchegara no que ele de si deixara na sua alma, e se deixava adormecer no relembrar dos tempos em que aquela sua voz roca ainda soava em sussurros brandos envoltas de palavras transparentes e doces e seus braços ainda eram matéria e sentidos...&lt;br /&gt;Não o perguntava naquelas linhas a razão da partida, isso já lhe fora dito mais que a qualquer outra das poucas pessoas que conheciam aquelas circunstancias, nem o censurava por tudo o que acontecera... Apenas lhe consumia a angústia de que ele não havia deixado que o fosse dado um último beijo. Inobstante, isso a alegrava porque acreditava que se soubesse que aquele seria o ultimo nunca o haveria deixado ir... Não da forma que acontecera.&lt;br /&gt;Doía a sua ausência, ela sentia... E não sabia deixar-lo de si, de seu corpo, partir...&lt;br /&gt;Era isso o que a consumia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedia a Deus todas as noites que a fizesse esquecer, mas sempre após novos beijos, novos abraços, faltava-lhe algo. Faltava-lhe aquele seu sabor do mar. *(24-25/02/07) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-3888545637099132812?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/3888545637099132812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=3888545637099132812&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/3888545637099132812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/3888545637099132812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2007/03/de-ilha-pennsula-parte-ii_20.html' title='De ilha à Península (PARTE II)'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/RgAkYjwX9gI/AAAAAAAAAAk/OrJ2hQqXoyM/s72-c/zasass.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-3065621797899679007</id><published>2007-03-20T14:30:00.000-03:00</published><updated>2007-03-20T14:36:20.903-03:00</updated><title type='text'>De ilha à península ( PARTE I )</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/RgAbezwX9fI/AAAAAAAAAAc/fbPRMrolp-A/s1600-h/illusion6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5044061798758086130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/RgAbezwX9fI/AAAAAAAAAAc/fbPRMrolp-A/s320/illusion6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma imensa paz a invadira após aquelas palavras que eram as únicas que ela não queria ouvir. Soaram-lhe doces, como todas as outras que ele a direcionava, e isso a assustou. Imensamente a assustou.&lt;br /&gt;Fora ao meio dia e dezenove minutos que seu telefone soou. Atendera de prontidão como de costume, e aquele silêncio só viria confirmar que chegara a hora. Sabia que seu tempo logo terminaria, mas acreditava que ainda lhe restava mais alguns dias.&lt;br /&gt;E assim aconteceu.&lt;br /&gt;Em duas horas nada mais poderia ser feito. Impressionava-a prever que àquelas horas demorariam a passar. Impressionava-a perceber seus olhos fixos nos ponteiros que aquele instante os fizeram presos. Presos ao relógio, presos as imagens que circundavam sua mente, presos as lágrimas que ela intentava não derramar.&lt;br /&gt;E não as derramou!&lt;br /&gt;Queria, em demasia, que aquele tempo que ainda lhe restava por fim acabasse para que seu “coração” e sua mente cessassem aquela insana batalha que a exauria. Sua razão a impelia a descer os degraus do navio e atravessar a cidade para impedi-lo de dela sair. Mas seu “coração”, seu “novo coração”, inebriado por aquela “paz confusa” segurava-a ali sussurrando o quão necessário era deixá-lo ir. Sussurrando que não passando muito tempo ele retornaria.&lt;br /&gt;Decidiu por fim seguir seu “coração” como ele a ensinara. Decidiu por fim deixar o vento traze-lo de volta porque sabia que se isso acontecesse, isso que era o seu maior desejo, dessa vez seria para sempre.&lt;br /&gt;E assim o fez.&lt;br /&gt;Desceu a escada vagarosamente, caminhou pelo cais mirando seus passos firmes e obstinados a ali permanecer. Foi assim, fervorosamente, que pediu a DEUS forças para fazer o que para ela era o correto. Pediu a DEUS forças para que ela não saísse dali, forças para deixá-lo ir e aniquilar definitivamente suas duvidas.&lt;br /&gt;Sacou o livro da mesa de vidro onde o havia deixado (livro este que ultimamente carregava consigo e que andava tomando formas de um refúgio), ficou de pé por alguns segundos em frente ao sofá de tom escuro da sede do Porto e sentou.&lt;br /&gt;Recostando sua cabeça para traz mirava agora o teto branco da sede. Branco como os momentos que estavam juntos, branco como o seu sabor, branco como a inocência e a singeleza de suas palavras.&lt;br /&gt;Branco como nenhum outro a fizera perceber.&lt;br /&gt;Branco como tudo que ela rememorava ali sentada, como num filme mudo (de seqüências rápidas, sem palavras)!&lt;br /&gt;Abruptamente aqueles tons límpidos diluíram-se de seus devaneios quando seus olhos foram levados a novamente mirar o escuro do sofá provocado pelo som da voz de um amigo que improvavelmente deveria encontrar-se ali naquele horário. Amigo esse o qual com seus olhos azuis e seus passos rápidos convidaram-na a entrar na sala ao lado onde o calor daquele prenuncio da metade do dia era mais ameno. Seria ele um anjo?&lt;br /&gt;Só percebera isso depois quando sentaram-se, trocaram algumas palavras, e como que “num passe inexplicável de mágica” alguém virou a chave do outro lado da porta trancafiando-os por engano obrigando-a a permanecer ali.&lt;br /&gt;Deus a havia escutado. *(10/01/07) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-3065621797899679007?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/3065621797899679007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=3065621797899679007&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/3065621797899679007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/3065621797899679007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2007/03/de-ilha-pennsula-parte-i_20.html' title='De ilha à península ( PARTE I )'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_8VLS2dQYYWk/RgAbezwX9fI/AAAAAAAAAAc/fbPRMrolp-A/s72-c/illusion6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-117233353716633389</id><published>2007-02-24T12:57:00.000-03:00</published><updated>2007-02-24T13:15:31.716-03:00</updated><title type='text'>J'attendais</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7571/3647/1600/199428/zessa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7571/3647/320/386459/zessa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Et j'ecoutais longtemps couler l'eau des fontaines&lt;br /&gt;Et j'ecoutais le vent chanter infiniment&lt;br /&gt;Vagues de quietude et de paix&lt;br /&gt;D'aussi loin que je me souvienne&lt;br /&gt;L'enfance est un immense ocean&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Et je revais longues annees, longue indolence&lt;br /&gt;Ou rien ne se passe mais ou rien ne s'oublie&lt;br /&gt;J'allais sereine et sans connaitre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le moindre feu d'une absence&lt;br /&gt;Ce n'est qu'en te croisant&lt;br /&gt;Que j'ai su, j'ai compris&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J'attendais, j'attendais&lt;br /&gt;J'attendais ton regard pour expliquer enfin&lt;br /&gt;Le pourquoi de ces au revoir&lt;br /&gt;A tout ce long chemin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J'attendais, j'attendais&lt;br /&gt;Le pays de ton corps le toucher de tes mains&lt;br /&gt;Ma douce boussole mon nord,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le sens a mes demains&lt;br /&gt;Et j'abordais les troubles rives adolescentes&lt;br /&gt;Les doutes, les jeux, les mauvais courants&lt;br /&gt;Je me souviens les coups de sang&lt;br /&gt;Des musiques et des mots de France&lt;br /&gt;Amants d'avant&lt;br /&gt;Y'a bien des vies qu'on nourrit d'etude ou de science&lt;br /&gt;Destins faits d'aventures, de records ou d'argent&lt;br /&gt;Des vies d'ecriture et de voyage&lt;br /&gt;Ou de reve de puissance&lt;br /&gt;J'y pensais bien de temps en temps,&lt;br /&gt;En ecoutant le vent&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J'attendais, j'attendais&lt;br /&gt;J'attendais ton regard pour expliquer enfinLe pourquoi de ces au revoir&lt;br /&gt;A tout ce long chemin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J'attendais, j'attendais, j'attendais ton amour&lt;br /&gt;Ton beau ton bel amour&lt;br /&gt;Je l'attendais pour enfin vivre&lt;br /&gt;En donnant a mon tour&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J'attendais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-117233353716633389?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/117233353716633389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=117233353716633389&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/117233353716633389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/117233353716633389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2007/02/jattendais.html' title='J&apos;attendais'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-116714949845924441</id><published>2006-12-26T13:01:00.000-03:00</published><updated>2006-12-26T14:04:24.846-03:00</updated><title type='text'>Vestígios de uma noite vazia</title><content type='html'>Esta noite não dormiu bem, apesar da monstruosa quantidade de “remédios para dormir” que ingeriu. Quando relaxava o corpo por alguns instantes, logo era assediada por mãos que sentia segurar seus tornozelos. Impressionante! Não havia ninguém em casa.&lt;br /&gt;Levantava abruptamente e/ou simplesmente insinuava seu corpo para o outro lado, dobrava mais uma vez o travesseiro, olhava pela janela, tentava alijar aquela sensação de seu corpo. Não sentia medo, confessava em suas palavras soltas ao acaso na penumbra, somente em sua mente alojavam-se pensamentos confusos, retórquicos, não-condizentes aos últimos acontecimentos, mas que causavam inexplicavelmente, algum prazer.&lt;br /&gt;E logo seus olhos cerraram-se. E o sono mais que desejado arrebatara-a de forma insana. Depois disso só abriu-os pela manhã quando foi tomada pelo sol que invadira seu quarto, seu corpo, seu mundo.&lt;br /&gt;Abriu-os, muito embora não como sempre o fazia, e sim como se somente os tivesse fechado por um segundo, como num singelo piscar. Era como se o mundo tivesse parado enquanto ela dormia.&lt;br /&gt;Então levantou.&lt;br /&gt;Olhou-se no espelho por alguns instantes como alguém que observa um desastre – com olhos atentos ao que restou --- olhos que transformam imagens em sensações. Sensações levianas, afirmava a si mesma, porém, ainda assim, sensações!&lt;br /&gt;Meu Deus! Como estava ela corada, reluzente, apesar da pele branca e do tom claro dos cabelos. Meu Deus! Como aquela imagem não condizia com o que estava acontecendo em seu interior.&lt;br /&gt;Intentando uma “levigação”, intentando separar seu corpo de sua alma para não mais sentir aquela dor, levou as mãos, transportando água, até sua face. Permaneceu assim por alguns segundos. Inclinou a cabeça para baixo, apoiou-se no mármore frio. Agora ela era apenas uma observadora das gotas que deslizavam de sua face ao mármore levando embora os vestígios de uma noite vazia.&lt;br /&gt;Completou seu ritual matutino, mirou mais uma vez o seu quarto. Sacou os óculos que encontravam-se como corriqueiramente sobre o móvel negro e saiu.&lt;br /&gt;No caminho para o Cais, os velhos lapsos da realidade a invadiam aleatoriamente entre uma esquina e outra que ela via por ela passar. Escorregava as mãos sobre a cabeça intentando apaga-los. Ao menos estava tentando.&lt;br /&gt;Mas a única coisa concreta em que acreditava agora é que os paradoxos “presentes” que anda recebendo dos céus ultimamente estão tentando mata-la.&lt;br /&gt;Meu Deus! Ela precisava de tão pouco...&lt;br /&gt;Meu Deus! Ela só queria ser feliz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* 25-26/12/06 *&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-116714949845924441?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/116714949845924441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=116714949845924441&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116714949845924441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116714949845924441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/12/vestgios-de-uma-noite-vazia.html' title='Vestígios de uma noite vazia'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-116699751980928412</id><published>2006-12-24T18:50:00.000-03:00</published><updated>2006-12-24T19:35:56.826-03:00</updated><title type='text'>P.S.: Seis horas e dezoito minutos de um dia onde este acontecimento indubitavelmente deveria ser improvável de ocorrer.</title><content type='html'>Mais uma vez aqui me encontro...&lt;br /&gt;Embora hoje simplesmente não queira escrever!&lt;br /&gt;Hoje simplesmente não gostaria de aqui estar sentada sentindo a brisa que entra pela janela entreaberta balançar meu cabelo semi-preso. Esta mesma brisa que agora é a mais nova possuidora da temperatura que só ratifica a frieza que ando impondo aos meus últimos dias com o único intuito de tentar melhor transpô-los.&lt;br /&gt;É como que ao passar as sensações para o papel, pudesse eu edifica-las. É como que registrando-as pudesse eu transpor a barreira da intangibilidade dos sentimentos a ponto de torná-los tangíveis, invioláveis, imodificáveis (seria essa a denominação mais cabível).&lt;br /&gt;No entanto, recordando os meus dias anteriores, lembro-me que certa vez passando as páginas de um livro deslizei meus olhos sobre a frase: “Agora, conhecendo já a ÚLTIMA VERDADE, eu poderia fazer tudo o que eu quisesse.” E foi por isso que fui contra a minha não-vontade de escrever e me dispus a esta cadeira para tornar “imodificáveis” estas dores.&lt;br /&gt;Porque chegou ao fim (acredito), e porque após este fim nada mais tenho a perder! Então, prossigo com este intento e grafo...&lt;br /&gt;Assusta-me ver como uma máscara bem posta envolta por acessórios reluzentes esconde destroços. Assusta-me certificar-me que sorrisos, palavras diferenciadas, passos e ações semelhantes aos corriqueiros escondem tamanha embriaguez que os últimos eventos trouxeram.&lt;br /&gt;Assusta-me perceber que hoje, véspera de Natal, ainda estou eu redigindo sobre reflexos que recentes acontecimentos alojaram em mim.&lt;br /&gt;Meu Deus será que sempre irá ser assim?&lt;br /&gt;Após tantas repetições passei a acreditar que sim!&lt;br /&gt;Não tenho mais medo, receio do futuro, só entristece-me o ato de aceitar que desistir dos meus ideais é a única alternativa.&lt;br /&gt;“Alternativa: sucessão de coisas interpoladas, revezadas, cada uma por sua vez; escolha”.&lt;br /&gt;Nunca pensei que uma palavra com tal significado parecesse-me agora algo tão restrito.&lt;br /&gt;Anoiteceu...&lt;br /&gt;Imperceptivelmente anoiteceu...&lt;br /&gt;E a noite com ela mais uma vez trouxe seus cheiros, suas luzes, as recordações das grades da minha janela onde PELAS ANÁFORAS SOU RITMADA. E ainda encontro-me aqui, como se o tempo não tivesse passado, como se apenas o sol “do lá fora” houvesse apagado-se.&lt;br /&gt;Certamente apagou.&lt;br /&gt;E com ele foi-se minha própria luz, meu próprio brilho, minha última chama.&lt;br /&gt;Redigindo assim parece drástico, assemelha-se até com as coisas que lemos com o singelo intuito de alijarmo-nos um pouco do real, mas é assim, é desta forma nua que me sinto.&lt;br /&gt;É despida por dentro que encontro-me agora, despida como os instante mórbidos do prenuncio dos términos.&lt;br /&gt;Pra mim este agora se assemelha a um término.&lt;br /&gt;Término de mim, término dos meus doces insumos, término das possibilidades, das minhas possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Seis horas e dezoito minutos de um dia onde este acontecimento indubitavelmente deveria ser improvável de ocorrer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-116699751980928412?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/116699751980928412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=116699751980928412&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116699751980928412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116699751980928412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/12/ps-seis-horas-e-dezoito-minutos-de-um.html' title='P.S.: Seis horas e dezoito minutos de um dia onde este acontecimento indubitavelmente deveria ser improvável de ocorrer.'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-116542886997486138</id><published>2006-12-06T14:50:00.000-03:00</published><updated>2006-12-06T15:23:18.616-03:00</updated><title type='text'>Retocando a maquiagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7571/3647/1600/879098/face.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7571/3647/320/190056/face.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; (Pâmm Van Eyck diz: Abrindo espaço no meu blog pra mocinha aí abaixo postar seu texto.. que digamos, merece destaque!&lt;br /&gt;Parabéns pelas palavras guajira)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou retocando a maquiagem,tentando modelar um pouco o amargo presente que o tempo deixou,deixou marcas, saudades, desilusões.Vou começando pela sombra, tentando apagar ou esconder as lágrimas que uma pequena tarde e um simples momento fez-me derramá-las por toda a vida e quem sabe um tom de azul clareie o negro que o tempo e a solidão deixaram.&lt;br /&gt;Uma simples sombra não basta, mesmo que seja a sombra da força, da alegria, é necessário um lápis para modelar uma face tão pálida e triste, lápis que exale a força, que derrame sobre ela a esperança e a capacidade de acreditar em si mesma e a faça voltar-se para o espelho a passar o batom sobre a boca seca, marcada pela vontade de gritar e de ser ouvida, quem sabe o batom atraia a atenção de que realmente precisa e a faça ser ouvida.&lt;br /&gt;E ela volta-se para o rímel que escorrega-lhe sobre os cilhos grudados pelas lágrimas, pelas noites frias e pela perda, rímel esse que cai sobre o chão, por não ter a capacidade de mudar seus olhos, modelar seus cilhos, porque nada, nada apagará essa dor que a corrompe a cada dia e a faz buscar o pó, quem sabe esse sendo mais compacto e forte cubra os buracos que a solidão deixou. Mais um simples vento leva a pequena poeira, leva a máscara fragmentada, que tentara ela cobrir o seu rosto, tentara ela esconder as lágrimas, angústias, desilusões e o sofrimento, mas percebeu que nenhum artifício seria capaz de tão difícil tarefa.&lt;br /&gt;Ela volta-se novamente para o espelho, e percebe que nem o tempo, o principal modelador e a verdadeira maquiagem da vida é capaz de apagar e a fazer esquecer daquele triste minuto, em que toda a maquiagem borrou-se e nunca mais conseguiu reconstituir-se e ser retocada, momento em que ela perdia metade de si, e restara-lhe naquele instante apenas as lembranças dos momentos felizes que ficarão guardados para sempre dentro dela, que agem como um alicerce, uma verdadeira base, dando sustentação a sua maquiagem, aos outros artifícios, dando sustentação ao seu próprio mundo e a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao meu pai-avô que amarei para sempre...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paloma Daiane Beatris Almeida de Sena&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-116542886997486138?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/116542886997486138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=116542886997486138&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116542886997486138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116542886997486138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/12/retocando-maquiagem.html' title='Retocando a maquiagem'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-116516714667903804</id><published>2006-12-03T14:26:00.000-03:00</published><updated>2006-12-03T14:32:26.703-03:00</updated><title type='text'>À deriva do acaso</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7571/3647/1600/235524/pp.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7571/3647/320/80218/pp.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"O tempo parou.&lt;br /&gt;Talvez esse, extasiado com a novidade do ócio a ele tenha aderido.&lt;br /&gt;Os minutos transformam-se em substâncias pela demasia de seu passar, e os segundos – passos rápidos dos ponteiros – agora transladam calmamente graduando-se a denominação de “ascensão nos degraus”.&lt;br /&gt;A corriqueira estática dos objetos “agora” surpreende, doando aos olhos a discrepância de seus contornos.&lt;br /&gt;Dúvidas? Aquelas denominadas por outrem traidoras? Não mais. Apenas a certeza que o tempo precisa passar!&lt;br /&gt;Os papéis sobre a mesa, as mesmas imagens na parede – acessórios aleatoriamente expostos ao acaso. Somente o calendário mudou de lugar. Não do local onde residia, e sim da importância que o resguardava." (Nao lembro a data: provavelmente foi um dia qualquer)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distorcida encontrava-se a minha inquietação naquele dia, e até mesmo esses rabiscos buscavam linhas tênues. As palavras ainda projetam gotas, porém insípidas, incolores, inodoras.&lt;br /&gt;O sol andava brando e somente as folhas movimentavam-se do outro lado do vidro. No entanto, algo espantava. A instabilidade do “lá fora” prenunciava o passar. Aquele tão almejado...&lt;br /&gt;Janela entreaberta, tarde caindo, luzes passando, tudo prenunciava uma aparente estabilidade.&lt;br /&gt;E os minutos passaram, mas poucas modificações ocorreram na paisagem. A casa ainda permanece vazia, e ainda ando acompanhando os sons com as mãos, ainda ando esquecendo a luz, esquecendo o que havia me feito vir aqui... E assim se fez...&lt;br /&gt;Meu intuito foi-se embora!&lt;br /&gt;E agora mais uma vez me encontro à deriva!&lt;br /&gt;À deriva de mim, à deriva do mundo, à deriva do acaso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-116516714667903804?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/116516714667903804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=116516714667903804&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116516714667903804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116516714667903804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/12/deriva-do-acaso.html' title='À deriva do acaso'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-116493789460023781</id><published>2006-11-30T22:37:00.000-03:00</published><updated>2006-12-02T15:57:47.666-03:00</updated><title type='text'>A paz vem aos poucos</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="WIDTH: 275px; HEIGHT: 231px" src="http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/paraorkut.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/center&gt;&lt;p&gt;Hoje foi estranho...&lt;br /&gt;Comecei a analisar minha vida e embora com a necessidade, não sei se pode ser denominada de necessidade, de escrever não via sentido nela!&lt;br /&gt;Parece vazia...&lt;br /&gt;Parece que tudo que aqui dentro estava armazenado não tem o mesmo significado...&lt;br /&gt;Mas aquela antiga angustia ainda permanece! Sinto que preciso de um preenchimento, de uma história, sinto que preciso de algo!&lt;br /&gt;Pensei sobre isso hoje à noite, ou melhor, pensei sobre isso o dia inteiro, e a cada dia, a cada pensamento tenho a impressão de que tudo vai ser como é agora! Não há perspectiva, não vejo acréscimos com o passar dos dias!&lt;br /&gt;Tenho medo...&lt;br /&gt;Um imenso tormento de que isso nunca mudará! Meus pensamentos tentam obstinadamente modificar essa situação todas as noites antes de fechar os olhos, e quando acordo, imagino que tudo ira ser como sempre almejei...&lt;br /&gt;Mas a noite vem novamente e percebo que tudo está como antes e volto insistente e ilusoriamente com meus devaneios para aqueles últimos instantes antes de adormecer e desejar tudo de novo!&lt;br /&gt;Mas chega um dia que agente cansa e todos os belos anseios são cobertos por aquela luz insípida da realidade... No mesmo quarto, os mesmos moveis, o mesmo ritual... A mesma dor! Olho minhas mãos, me olho no espelho e esse silêncio que me rodeia penetrado somente pelo barulho dos carros vindo da janela semi-aberta aumenta mais a vontade de que tudo, tudo o que ta acontecendo agora, todo esse espaço vazio seja preenchido...&lt;br /&gt;Tento analisar em que ponto desviei minha rota, tento não acreditar que fui marcada para viver assim...&lt;br /&gt;A paz vem aos poucos...&lt;br /&gt;Ouvi esta frase hoje! Simples cinco palavras que se as tivesse ouvido anteriormente não sei se as teria sentido. Não sei se teria admitido o quanto elas inundaram minha mente.&lt;br /&gt;Há somente pouco tempo percebi o quanto às coisas que nos acontece, que nos machuca, que nos traz simplórias esperanças também nos preenche depois de adormecidas e/ou aniquiladas. Há somente pouco tempo percebi que esta paz, estas “esmolas” desse algo denso, enternecedor e ao mesmo tempo inexplicável é o que fica depois daquele imenso vazio.&lt;br /&gt;É como se para alçar este bem almejado por muitos, tivéssemos um valor alto a pagar. E como o preço por dádivas vem me aparentando ser intransponível, indigna-me. Indigna-me ter que chorar para sorrir, indigna-me ter que contentar-me com o descontente para sentir meus anseios inertes, imóveis, estáticos. É-nos indispensável senti-la, porem quando sua presença é notável é sinal de que lutamos em vão, perdemos a batalha e tudo aquilo não nos mais importa... Por que, se era em vão? Por que derramamos tanto sangue por algo que não poderíamos ter? Por que surgem as falsas esperanças? Por que levamos a frente nossos próprios sofismas? Será que são nossos?&lt;br /&gt;São inúmeras as indagações que nos cerca quando perambulamos por nosso caminho de divisas encobertas. São incontáveis as sensações, vazios e momentâneos contentamentos sinonimizados pelo eufemismo armadilhas. São incontáveis às vezes em que a felicidade nos aparenta tão próximo. E é mórbida a certeza de que tudo era apenas ilusão, que tudo não passou de irreal!&lt;br /&gt;Irreal... Por que ainda me pego desejando tanto este algo irreal? Por que só pra mim tem que ser irreal? Por que tenho que me contentar com ensaios se para muitos ele não existem, não se fazem necessários?&lt;br /&gt;Nunca havia redigido tantas interrogações, apesar de sempre estarem presente.&lt;br /&gt;Mas a cada transpor dos dias, a cada transpor dos anos apesar das singelas porem ininarráveis mudanças ainda sinto que tenho limites! Que posso caminhar somente até certo ponto... Que só posso ver a chegada e nunca alcança-la!&lt;br /&gt;É isso que sempre acontece...&lt;br /&gt;É isso que sempre me faz triste!&lt;br /&gt;Sempre o que vem a minhas mãos é o que nelas não podem permanecer...&lt;br /&gt;(1º de Janeiro de 2006)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redigi estas linhas antes esquecidas pelo acaso no dia 1° de Janeiro deste ano, e por mais incrível que isto possa parecer, hoje, depois de quase um ano, depois de inúmeras modificações e acontecimentos, após mutações de perspectivas, caminhos, olhares, acessórios, me peguei identificando-me com o sentimento, com o vazio, com as palavras. Parece mentira, mas constato que: Apesar de tudo, por algum motivo, sempre seremos os mesmos! &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-116493789460023781?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/116493789460023781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=116493789460023781&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116493789460023781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116493789460023781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/11/paz-vem-aos-poucos.html' title='A paz vem aos poucos'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-116291964248718887</id><published>2006-11-07T13:53:00.000-03:00</published><updated>2006-11-07T14:39:06.390-03:00</updated><title type='text'>Que não são meus, mas me farão deles!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/1600/Duda(deletar%20urgente).jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/320/Duda%28deletar%20urgente%29.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ontem me peguei agradecendo por algo que sempre me pareceu distante!&lt;br /&gt;Agradeci pelo momento, agradeci pela singeleza, agradeci pelo aconchego.&lt;br /&gt;E mediante este fato, hoje refiz toda a minha trajetória medindo-a e analisando-a. Ate analogias fazendo!&lt;br /&gt;Um sentimento neutro, imensamente terno! Muitas vezes relapso, confesso, mas adoravelmente gratificante.*08/10/06*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, no ócio de um dia não letivo, 02/11/06, senti a necessidade de agregar mais palavras, agregar mais registro a minha vida, a mim. E foi ai que me deparei com as nove linhas acima escritas por mim há alguns dias (25). Nem recordava mais que as havia escrito.&lt;br /&gt;Confesso.&lt;br /&gt;Lembrando o instante, notei que mudanças aconteceram. Não drásticas, mas ainda assim mudanças!&lt;br /&gt;Recordei o agradecimento, recepcionei aquela singeleza e o aconchego para ver se o agradavelmente significante retornava.&lt;br /&gt;E retornou. Retornou por ter ocorrido no passado. Retornou pela prova. Retornou por mostrar-se possível. Retornou porque o continuo sentindo, porém não pelo mesmo motivo!&lt;br /&gt;Pra ser sincera, agradeço minha neutralidade, essa que há muito ando redigindo, que há muito ando pronunciando.&lt;br /&gt;Certa vez abri os olhos para o que chamamos de fé.&lt;br /&gt;Sei que a sinto agora.&lt;br /&gt;E agradeço por senti-la.&lt;br /&gt;O mundo anda retorquico ainda, caminha cheio de minhas analogias, persiste em sua existência tocando seus dedos em meus limites. Mas não permito que invadam meus sentidos, não permito que invadam essa minha dádiva que aspiro que permaneça por muito tempo.&lt;br /&gt;Se o velho quadro retornará? Não sei... Só posso afirmar que a moldura permanece aqui, se desejável ou não é algo indecifrável ainda.&lt;br /&gt;E pensando sobre... Realmente não sei o que pensar!&lt;br /&gt;Sei que depende de mim. Só não sei se irei fazê-lo. Se quero fazê-lo. Se se faz necessário faze-lo.&lt;br /&gt;Só sei que precisava vir aqui hoje.&lt;br /&gt;Sentia que o registro me era necessário.&lt;br /&gt;Mas.. Não tenho o que redigir! Isso é o que mais me surpreende. Porém me engrandece!&lt;br /&gt;A outros olhos isso poderia aparentar vazio, mas a mim sinonimiza desenvolvimento.&lt;br /&gt;Hoje disse a alguém, alguém que me expunha o mesmo raciocínio, com toda a convicção do mundo que há um certo tempo descobri que tenho fé.&lt;br /&gt;E essa fé é o que me envolve de tal forma que me faz viver acima dos acontecimentos.&lt;br /&gt;Hoje posso dizer que sou uma nova mulher... Alguém mais tênue, mais branda, mais concisa em seus quereres e passos.&lt;br /&gt;Um alguém repleta de incompletos, porem completa em cada um deles.&lt;br /&gt;Agradeço pelo hoje, pelo ontem e pelos por vires. Que não são meus, mas me farão deles!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-116291964248718887?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/116291964248718887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=116291964248718887&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116291964248718887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116291964248718887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/11/que-no-so-meus-mas-me-faro-deles.html' title='Que não são meus, mas me farão deles!'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-116240461061984702</id><published>2006-11-01T14:54:00.000-03:00</published><updated>2006-11-01T15:21:33.920-03:00</updated><title type='text'>Elementos distintos, mas imensamente complementares...</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/1600/Pa??mm.2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/320/Pa%3F%3Fmm.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Medindo meus sentidos, sentindo minhas medidas, mirando o fluir do passar dos minutos envolto por atmosferas na maioria das vezes neutras.&lt;br /&gt;Não sabendo o que sentir, não projetando momentos futuros. E os passados? Estes fogem de minha mente sem explicações!&lt;br /&gt;O fervor torna-se brando, as perguntas tornam-se inexistentes, a neblina torna-se densa, porém favorável a criações do destino.&lt;br /&gt;Beiram as minhas divisas a água, o fogo e vento.&lt;br /&gt;A primeira...&lt;br /&gt;Plena, segura, afável!&lt;br /&gt;Uma linha tênue mirando o horizonte. Cinco letras justapostas pelo concreto, cinco fonemas acrescidos de minúcias estáveis e tocáveis.&lt;br /&gt;Um córrego ao buscado, uma margem ao real, um assoreio de validades.&lt;br /&gt;O segundo...&lt;br /&gt;Toca-me sorrateiramente, acaricia-me como que num passe de instantes disfarçados.&lt;br /&gt;Envia um contato mais explícito, mas somente após os milhares dos já discretos intentados.&lt;br /&gt;Seus sons, seus movimentos embasados pelo ar.&lt;br /&gt;Seu ritmo agora avassalador transpõe a barreira do tangível deixando faíscas em meu corpo. Embebe-se em sua própria intensidade agora desmascarada, condenando meus elos a clausura de seus extremos.&lt;br /&gt;Fortalece meus desejos com suas juras.&lt;br /&gt;Estremece minha pele com seu calor.&lt;br /&gt;Desperta meus instintos com seu olhar maravilhado.&lt;br /&gt;Ritmado por meus passos transfigura as cores de sua maior chama. Chama mesclada por cores fortes, atiçada por comburentes raros, mantida pelo prazer de abrir caminhos no escuro.&lt;br /&gt;E o terceiro... Sim, o terceiro...&lt;br /&gt;Esse, provindo de direções aparentemente desconhecidas. Já modificado pela variação de intensidades e cursos.&lt;br /&gt;Recepcionado pelo mistério, mas transparente em seus desejos, transparente em suas variações, transparente em sua simplicidade.&lt;br /&gt;Amável, desejável até.&lt;br /&gt;Infiltrável, mas previsível quando conhecida sua rota.&lt;br /&gt;Ardente quando em contato com outros graus, mas graduável quando o contato é o meu próprio fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elementos distintos, mas imensamente complementares...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-116240461061984702?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/116240461061984702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=116240461061984702&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116240461061984702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/116240461061984702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/11/elementos-distintos-mas-imensamente.html' title='Elementos distintos, mas imensamente complementares...'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-115962536662041463</id><published>2006-09-30T11:06:00.000-03:00</published><updated>2006-09-30T15:08:31.490-03:00</updated><title type='text'>Sim... Àquela noite!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/1600/gggggggggg.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/320/gggggggggg.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O convite foi feito... Impreciso, porém um convit&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/1600/gggggggggg.jpg"&gt;&lt;/a&gt;e!&lt;br /&gt;Risos, passos rápidos, barulho dos carros, peles brancas atenuadas pelo sangue que a agitação fez mostrar.&lt;br /&gt;Conversavam? Não... Não seria aquilo uma conversa, essa seria uma denominação simplória demais para algo tão singelo. Seria melhor nomeada de: uma troca de "passados-presentes" e ate mesmo "presentes-futuro" que emolduraram aquele quadro que naquele instante pareceu tão terno, tão afável, tão vivo.&lt;br /&gt;Verdades foram ditas... Se a ele surpreenderam? Surpreenderam mais ainda a ela saber que iguais aquelas nunca haviam sido por ele ouvidas.&lt;br /&gt;Ele a olhava...&lt;br /&gt;Insistentemente ele a olhava! Olhava com profundidade, com incisão, com lentes que intentavam deixar nua a sua alma. Ela bloqueava, às vezes! Metodicamente bloqueava, porém naquele breve momento necessitou deixar cair suas mascaras...&lt;br /&gt;Ele partiu... Realmente era tarde...&lt;br /&gt;O pensamento de se encontrarem novamente ela afirma que é recíproco.&lt;br /&gt;Afirma sem outras confirmações, afirma sem receio, afirma sem visivelmente afirmar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-115962536662041463?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/115962536662041463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=115962536662041463&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/115962536662041463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/115962536662041463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/09/sim-quela-noite.html' title='Sim... Àquela noite!'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-115660524786178950</id><published>2006-08-26T12:12:00.000-03:00</published><updated>2006-08-26T12:27:36.366-03:00</updated><title type='text'>Um último adeus</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/1600/costas.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/320/costas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois de hoje por fim deixarei minha mala para traz...&lt;br /&gt;Depois de hoje nenhuma recordação imaginariamente infundada perseguira meus passos, meu caminho, meus sonhos. Finalmente depois de hoje poderei acreditar que tudo não passou de um sufocante pesadelo agora aniquilado por meu almejado despertar!&lt;br /&gt;Despertei!&lt;br /&gt;Não sei se só por mim mesma, mas também pelo tempo, pelo secar das inúmeras lágrimas, por depois do derramar de todas elas agora poder ver o que antes não era permitido, ver o que antes não me permitia...&lt;br /&gt;Hoje, depois de muitas palavras, palavras já cansadas de serem pronunciadas, pela primeira vez não apenas sinto que aquele sempre citado em meus incontáveis desabafos, primeiro passo à felicidade, está aqui! Hoje, depois de tanto tempo, depois de tantos recomeços tenho algo concreto nas mãos.&lt;br /&gt;Hoje, agora compreendendo o motivo de só hoje, irei realmente viver este hoje, irei realmente sentir porque levantei da cama hoje, irei encostar nas grades da janela e não mais olhar o céu como se ali estivesse o meu algo distante e sim estarei observando que o vento mesmo imperceptível aos olhos provoca o balançar das arvores. Porque foi assim que aconteceu comigo, porque é assim que tudo sempre acontece.&lt;br /&gt;Porque nem no momento da dor muito menos no momento do verdadeiro contentamento nos é legível o seu precursor... Porque somos cegos, porque cultivamos nossos próprios sofismas, e porque depois de cultivados, não nos permitimos estagna-los e fazemos deles, esse nosso conjunto de mentiras com aparência de verdade, nosso maior escudo!&lt;br /&gt;Enfim, hoje será hoje!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-115660524786178950?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/115660524786178950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=115660524786178950&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/115660524786178950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/115660524786178950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/08/um-ltimo-adeus.html' title='Um último adeus'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-115644430654902316</id><published>2006-08-24T15:10:00.000-03:00</published><updated>2006-08-24T15:31:46.610-03:00</updated><title type='text'>Carta a um (im)provável pai</title><content type='html'>Não sei como iniciar estas linhas, não sei também como te denominar (por isso a ausência do vocativo no início da pagina). São escassas as palavras neste momento pra falar o que há muito tempo tenho vontade, mas independente disso a vontade persiste e é por isso que me encontro aqui sentada nesta manha a te escrever!&lt;br /&gt;Não sei que data é hoje e nem como estás agora porque não sei quando terei coragem (não sei se esta é a palavra mais cabível para esta denominação) de enviar-te isto!Não sei também qual tua reação ai sentado ao ler; Bem... Eu nunca soube prever tuas reações, não seria agora que saberia...&lt;br /&gt;Mas minha iniciativa em entrar em contato novamente foi a ultima vez que nos vimos: uma simples coisa aconteceu (apenas uma troca de olhar), mas dentre todos estes anos NUNCA havia sentido algo assim... NUNCA havia sentido tanta reciprocidade em tão pouca coisa, em tão poucos segundos!&lt;br /&gt;Pareceu-me que o mundo tinha parado, pareceu-me que todos os anos de ausência e de desconhecimento tivessem sido estagnados por aqueles poucos três segundos! NUNCA havia te sentido tão perto, NUNCA havia te sentido tão presente, NUNCA um olhar se fez tão verdadeiro e sem máscaras quanto aquele!&lt;br /&gt;Tudo começou quando fostes embora... Criança ainda, sempre me senti culpada por não ter conseguido com minhas palavras ou com minhas lágrimas te fazer ficar, mas isso é apenas algo simplório!Sei que não foi isso que nos fez afastar... Que me fez afastar. Entendo hoje que foi preciso, que aconteceu porque foi inevitável, que tua ida havia se feito necessária... Nada mais!&lt;br /&gt;Depois de um tempo as palavras e as lágrimas de antes pareceram que não iam ser mais ditas nem derramadas... Mas nossos encontros se faziam vazios. Nossas visitas eram constantes, mas dispensáveis!Eu como sempre aguardando aquele abraço, você como corriqueiramente envolto por muros...&lt;br /&gt;Não sabe o quando me perguntei onde havia falhado, não sabe o quando escutei a frase: é a maneira de ele te amar!&lt;br /&gt;Recriminei-te de todas as formas por isso, de maldisse por todo o vazio que me fazia sentir, por toda a necessidade de um carinho de verdade, por toda a inveja que tinha ao ver cenas de carinho de outros que me faziam chorar.&lt;br /&gt;Depois de muito tempo passei a sentir algo diferente, não sei se indiferença ou se clareza. Não sei se agradecimento ou se ódio. Só posso afirmar que depois de muito tempo comecei a ver que tudo aquilo que recriminava em você era o que via em mim... Comecei a enxergar que o que odiava em ti era o que mais se acentuava em minha maneira de ser! Meu Deus, não sabe o quanto me espantei ao ver que éramos iguais.&lt;br /&gt;Ao ver que tudo o que me fez fria estava agora edificado em minha personalidade.&lt;br /&gt;Perdi muita coisa por isso, perdi muitas oportunidades por ter me permitido moldar assim. Até você que até então era o meu maior anseio eu estava adormecendo, estava modificando o sentimento...&lt;br /&gt;Amei-te muito, senti muito a tua falta! Senti a ausência daquela voz grave e de tuas mãos encantadoras... Mas o que mais me doía era não mais poder ser chamada de filhota como você sempre fazia, era ver o tempo passar e não obter mudanças; era ver que você estava tão longe de entender o que eu punha diante de ti, mesmo que mascarado por minhas poucas palavras e meus sorrisos apenas insinuados!&lt;br /&gt;Hoje não sei o que sentir nem mais como a ti me direcionar, resta agora só a certeza que precisava entrar em contato, que precisava que ficasse registrado que ao menos uma vez te direcionei algo exatamente como queria te expor: sem receio, sem o desviar de olhares, sem esperar o momento certo e/ou oportuno. Só queria deixar explicito que não tenho magoa, nem de ti guardo rancor por estes anos de exclusão.&lt;br /&gt;Não quero te persuadir a me amar nem pretendo modificar teus dias, muito menos tua forma de sentir. Só queria entender um pouco o que estou sentindo! Só queria acreditar que você sentia o mesmo... Não quero um reencontro nem tampouco indagações ou modificações... Quero apenas poder transpor meus dias com a certeza de que não fiquei estática em relação ao nosso laço (se assim eu o posso chamar). Quero apenas sentir que minhas dúvidas sobre o que sentes se encerram por aqui! Queria ao menos ouvir e acreditar em um apenas “eu te amo”, nessas simples três palavras que durante todas as minhas manhãs fingi ouvir! Quero apenas que saiba que se um dia fui lapsa foi apenas um escudo, apenas uma recíproca, apenas a falta de uma historia.&lt;br /&gt;Apenas a falta de um pedaço de minha historia...&lt;br /&gt;Talvez o pedaço mais importante dela, talvez o pedaço que também sentes falta... Algo talvez irrisório a primeira vista, mas que observado aqui sozinha no meu quarto junto com apenas o barulho dos poucos carros vindo da janela se faz imensamente necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar-te-ei sempre&lt;br /&gt;(como você em um cartão um dia me escreveu, lembra?)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria que sentisse saudades...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-115644430654902316?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/115644430654902316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=115644430654902316&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/115644430654902316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/115644430654902316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/08/carta-um-improvvel-pai.html' title='Carta a um (im)provável pai'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-115638172405786939</id><published>2006-08-23T22:04:00.001-03:00</published><updated>2006-08-26T13:03:15.810-03:00</updated><title type='text'>Ao menos alguém pôde enxergar.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/1600/unfefevevete.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/320/unfefevevete.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Querendo ser menina volto a ser mulher.&lt;br /&gt;Uma assertiva um tanto quanto retorquica a principio, mas se vista com os olhos que ando observando o mundo ultimamente parece-me ser a melhor definição para os meus últimos dias.Um alguém um dia me trouxe a melhor definição do meu vazio. Um alguém um dia conseguiu encontrar a palavra que a muito eu estava procurando. Um dia alguém tornou descritiva, dicionarizada... Enfim, tornou “tangível” o que eu sentia e não conseguia definir. Inocência...&lt;br /&gt;Nove letras, nove caminhos, nove percas, nove realidades, nove pedaços. Os meus nove pedaços...&lt;br /&gt;Onde estará minha inocência agora? Onde estará o caminho de volta à estrada que me distanciei?&lt;br /&gt;Aquela minha curta, porém singela estrada de barro vermelho por onde caminhava. Repleta de falhas, porem ainda segura! Uma segurança branda, relapsa até, mas existente!&lt;br /&gt;Meu Deus, é impressionante como precisamos de certezas, é impressionante como somente com elas conseguimos um pouco de paz. Paz... Este estado indefinível que nos faz estáticos diante das circunstâncias, que nos faz indecifráveis, que nos faz certos de onde estamos e o que poderemos fazer, de até onde podemos chegar!&lt;br /&gt;É como se este momento fosse descrito como o instante que somos abduzidos, roubados da situação, postos pra fora do tempo. É como se pudéssemos somente assim ver o que aconteceu e/ou o que estará por vir! Seria ela melhor denominada de “equalizador de perspectivas”? Gradativamente vejo que sim.&lt;br /&gt;Exorcizei as duvidas de alguém ontem...&lt;br /&gt;Duvidas daquele mesmo alguém que encontrou minha definição. Se foi uma retribuição não sei... Só sinto que pude transpor um pouco as minhas divisas e por um pouco de luz do outro lado..&lt;br /&gt;Ao menos alguém pôde enxergar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-115638172405786939?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/115638172405786939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=115638172405786939&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/115638172405786939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/115638172405786939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/08/ao-menos-algum-pde-enxergar.html' title='Ao menos alguém pôde enxergar.'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33249045.post-115638128646843331</id><published>2006-08-23T21:29:00.000-03:00</published><updated>2006-08-26T13:11:19.196-03:00</updated><title type='text'>Desalinhada com o desalinho.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/1600/pam2??.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7571/3647/320/pam2%3F%3F.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ouvi falar em medo, em “anti-envolvimento".E foi este neologismo barato, até mesmo já muito discutido o que me trouxe a penumbra do meu quarto que a muito eu evitava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho habilidades porém faltam-me a competência.&lt;br /&gt;Descobri isso hoje, ou melhor, enquadrei-me nesta assertiva designada a outro intuito.&lt;br /&gt;Às vezes penso, falo, ou calo algo sempre depois de ser banhada por alguma analogia. Nesta ocasião eu me dispus ao meu próprio inconsciente para o ponto de referência e a surpresa foi a primeira coisa que minha mente veio a recepcionar.&lt;br /&gt;Acho que encontrei a resposta, mesmo sem saber se essa é a mais plausível denominação a minha sempre ratificada pergunta.&lt;br /&gt;Talvez deste ponto possa passar a ver o que eu não enxergo de perto. Talvez deste ponto possa tentar enxergar.&lt;br /&gt;Mas o que posso fazer para alcançar esta competência? O que posso pronunciar e/ou insinuar para poder ter, ao menos uma eficaz ação?&lt;br /&gt;Tudo passa depressa, ou será que é essa rapidez do passar que induzo?&lt;br /&gt;Escapismos, incertezas, viver o tarde demais... Só gostaria que o tempo estivesse na minha mesma linha de concretizações.&lt;br /&gt;Cansei de viver o desejo certo no momento errado!&lt;br /&gt;Foi-me tolhida a vontade de começar (este errado) de novo.&lt;br /&gt;Estou um pouco confusa ao aqui estar redigindo sobre esta nova concepção, uma nova concepção que aspiro ser o passo inicial a descoberta de uma resolução, de iniciar a tão almejada resolução. Não sei ainda se foi um progresso ou se mais um gancho aqueles pensamentos que me desligam um pouco, aqueles que sobrecarregam meu sono, aqueles que degradam minha alma.&lt;br /&gt;Dizer que fui lapsa não enquadrar-se-ia a este contexto, dizer que subestimei os detalhes seria um ato errôneo, dizer que fui vitima de um passado degenerativo serviria somente de insumo as minhas desculpas. Que estes fatos são verídicos, é correto afirmar. Mas mais uma vez usa-los como argumento a mim mesma seria tentar viver de sofismas. E não quero “revivenciar” nada porque isso seria continuar como sempre estive -- estática no patamar dos meus avanços. Confesso que relendo o já escrito não sei mais o que pensar e/ou que concepção adotar. Tampouco o assunto e até mesmo o tema destes devaneios se encontram difusos, nublados, incompreensíveis.&lt;br /&gt;Sou mesmo uma estúpida ou será que desgraçada? Não, os sinônimos não seriam estes!&lt;br /&gt;Prefiro usar o termo desalinhada.... Desalinhada com o comum; desalinhada com o imprescindível; desalinhada com o desalinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTEIRA, COMPLETA, PERFEITA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33249045-115638128646843331?l=treatures.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treatures.blogspot.com/feeds/115638128646843331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33249045&amp;postID=115638128646843331&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/115638128646843331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33249045/posts/default/115638128646843331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treatures.blogspot.com/2006/08/desalinhada-com-o-desalinho.html' title='Desalinhada com o desalinho.'/><author><name>Pâmmella Van Eyck</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05205739549370176236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://i22.photobucket.com/albums/b303/ray-skywalker/11603906.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
